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Bastonário da ORDENFA aborda sobre a relação entre as Entidades da Classe

Bastonário da ORDENFA aborda sobre a relação entre as Entidades da Classe

Falando sobre a conjuntura e relações entre Entidades da Classe de Enfermagem nacional, o Bastonário da ORDENFA disse: “Estamos a trabalhar em conjunto com o Sindicato, a Associação Nacional dos Enfermeiros, pois o nosso objectivo é o mesmo apesar de sermos organizações com finalidades diferentes, mas o nosso objecto é o profissional de Enfermagem. Então estamos a fazer tudo o que está ao nosso alcance para a valorização do profissional, que em nosso entender é ele, a placa giratória para poder fazer funcionar o sector da saúde, porque sem o profissional de Enfermagem nenhuma unidade de sanitária funciona, pois há unidades onde existem profissionais como médicos, técnicos de diagnósticos e terapêuticas, mas temos a grande maioria das unidades sanitárias do país, asseguradas única e exclusivamente por profissionais de Enfermagem, infelizmente esse profissional de Enfermagem ainda não é valorizado até pelo próprio utente que é assistido”, esclareceu.

Na sequência, o Bastonário da ORDENFA, Prof. MSc. Paulo Luvualo, manifestou o seu descontentamento sobre o que tem acontecido à Classe nos últimos dias. “Pois no dia 8 de Setembro do ano em curso, um agente da Polícia invadiu o hospital da vila do Ebo, Província do Cuanza Sul, tendo disparado contra pacientes e um enfermeiro que em vida chamou-se Ernesto Luciano, aquele que deveria ser o protector do Cidadão, assumiu o papel de predador”, lamentou.

“Portanto o profissional de Enfermagem é um cidadão que deve ser respeitado, pois está ai para dar o seu contributo para uma Angola melhor, então as entidades governamentais devem criar condições para melhor acomodá-lo, quando se cria condições principalmente nos municípios, deve-se pensar não só na classe médica, mas também no profissional de Enfermagem, pois todos devem ter o direito de filhos e não uns como filhos e outros como enteados”, apelou.

O responsável da ORDENFA disse que a classe está crescer em quantidade, mas tem as suas dúvidas em termos de qualidade tendo em conta os currículos e as instalações de formação. São cerca de 36 mil filiados na Ordem, mas regista-se a falta dos profissionais antigos do ministério da Saúde a inscreverem-se.